A série de cinco episódios - The Incredible Human Journey - relata a gigantesca saga da migração dos humanos, vindos da África, rumo a uma colonização de todo o planeta.
Por ser uma série recente, finalizada em 2009, os dados são atualizados e bem estruturados, procurando mostrar os locais exatos onde foram achadas as evidências que comportam a explicação mais adequada para o grande quebra-cabeças que é a povoação dos diversos continentes. O forte da série é que os dados não foram apresentados como verdades acabadas, mas como evidências que sempre precisam de mais e mais fontes para certificação. E um dos pontos de maior apoio científico foi o uso da genética como uma ferramenta no traçado da trilha da incrível jornada humana.
Os episódios foram organizados de forma a cobrir a migração pelos continentes e aproximar a narrativa de uma sequência histórica.
Episódios
1- Out of Africa
2- Asia
3- Europe
4- Australia
5- The Americas
Trecho do episódio sobre a Ásia. Neste a Dra. Alice Roberts viaja até uma remota região da Sibéria para acompanhar como os humanos poderiam ter sobrevivido em uma região tão remota e fria. [Vídeo oficial da BBC]
O episódio sobre as Américas contém inclusive algumas visitas ao Brasil; com explicações sobre as possíveis origens de Luzia e primeiras colonizações existentes na região Amazônica.
Dra. Alice Roberts encerra a série dizendo: "As diferenças entre nós são realmente apenas superficiais. Somos todos membros de uma espécie jovem que retrocede menos de 200.000 anos e todos somos parentes surpreendentemente próximos. Essa é a história que surgiu do estudo de pedras, ossos e de nossos genes. Seja onde for que terminemos mundo afora, somos africanos sob a pele. E revelando essa história, refazendo os passos de nossos ancestrais, me foi dado um senso profundo da nossa humanidade comum, do nosso passado compartilhado e nosso futuro juntos."
A ilustração criada por Alexander Leydenfrost, e publicada na Popular Mechanics (janeiro, 1952), facilita a observação com um guia do significado de cada elemento.
1- Primeiro laboratório da GE, localizado em um galpão
2- Cientistas pioneiros trabalhando
3- Biplanos e triplanos experimentais
4- Aeronave da 1a Guerra
5- Primeiros monoplanos de asa rígida
6- Balão experimental
7- Avião de dois motores
8- Dirigível gigantesco
9- Aerobarco
10- Asas voadoras
11- Jatos
12- Avião multimotor
13- Foguetes experimentais
14- Era dos aviões a jato
15- Helicópteros
16- Balão meteorológico
17- Helicópteros de transporte
18- Despontar das construções com aço
19- Instrumentos astronômicos
20- Arranha-céus
21- Raios feitos por humanos
22- Construção atômica da matéria
23- Foguete
24- Nebulosa em forma de anel
25- Cometa
26- Locomotiva a vapor
27- Tunel de vento
28- Moderno laboratório de pesquisas
29- Fábrica de produtos sintéticos
30- Nebulosa em espiral
31- Trem a diesel
32- Cyclotron
33- Radar
34, 35 e 36- Evolução do automóvel
37- Coelhos de laboratório
38- Pesquisas em química
39, 40 e 41- Composição atômica da matéria
42- Tubo eletrônico
43- Instrumentos para pesquisa eletrônica
44- Via elevada de concreto para trafego em alta velocidade
O futuro era imaginado com a predominância da velocidade em trens, aviões, carros, foguetes, pesquisa e tecnologia.
Para o dia de encerramento das atividades do Ano Internacional da Astronomia em 2009, na Unipampa (Bagé), resolvi apresentar uma curta palestra sobre a relação entre a astronomia e a química.
O resultado:
A abordagem foi do material foi feita para agradar uma platéia de leigos e alunos da Unipampa.
Editado (19/03): O professor Esteban Moreno enviou o seguinte comentário: "todos os meteoritos sao metálicos, no máximo contem um pequeno percentual da matreria organica." .
Optei por usar a expressão ´meteoritos metálicos´ por ser algo comum no material sobre o assunto.
Túlio Nani há algum tempo cedeu-me uma amostra do material.
Fiz alguns testes bastante simples.
A amostra tem 432,63 g de massa. O volume corresponde a algo entre 80 e
120 cm3 (não pude obter resultados mais precisos devido ao equipamento
utilizado). Sua densidade então fica entre 3,60 e 5,41 g/cm3.
O material não atrai objetos férricos (como clipes de papel ou
limanha de ferro - pó de esponja de aço), nem parece ser atraído por
magnetos fracos (ímãs de geladeira).
Ele risca o aço de chave (dureza Mohs de cerca de 4,5 a 5), mas parece
não riscar tampo de granito (dureza 6 a 7) (liberando um pó fino -
traço - avermelhado).
A amostra parece compatível com hematita.
http://www.rc.unesp.br/museudpm/banco/oxidos/hematita.html
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A série de textos escrita por Kentaro Mori - A Humanidade não merece ir à Lua - apresenta uma série de dilemas sobre a exploração espacial, e em especial sobre as viagens para a Lua.
OK, se não tivemos mais oportunidade de voltar à Lua, pelo menos podemos desfrutar dos inúmeros avanços tecnológicos e sociais garantidos por esta jornada humana.
A edição da revista Time, de 20 de maio de 1966 (três anos antes do primeiro pouso na Lua), mostrava um típico anúncio com a estética Populuxe, que aproveitava todo o investimento feito em divulgação dos avanços científicos para vender produtos com um apelo futurista.
Pela imagem dá para perceber que os hábitos alimentares da década de 60 incluiam muita carne, ovos e carbohidratos.
O produto prometia divisórias ajustáveis e removíveis, carne fresca por até 7 dias, sistema ejetor de gelo, ausência da necessidade de descongelar e, a grande surpresa, um compressor que era feito do mesmo material usado em satélites!
Neste último domingo (21) o canal National Geographic Channel exibiu a maratona da série ´Redescobrindo a Segunda Guerra´, com todos os episódio em sequência. Foram 6 horas de pura história.
O que impressiona é a quantidade de vídeos disponíveis sobre a Segunda Guerra, pois mesmo com poucas câmeras disponíveis na época, com todo o perigo e dor, sempre alguém se preocupava em registrar o momento.
A história, como tantas outras, é contada pela perspectiva dos vencedores. Talvez pelo comodismo das informações mais acessíveis e fáceis de organizar, ou pelo receio de afetar os espíritos mais sensíveis com possíveis apologias ao nazismo.
A tentativa de colorização das imagens originais resultou em cores um pouco estranhas e destaques inesperados para alguns elementos da imagem.
Redescobrindo a Segunda Guerra [Apocalypse: The Second World War]
Episódios:
1- A agressão nazista [Aggression]
2- A Guerra relâmpago [Crushing Defeat]
3- Pesadelo alemão [Shock]
4- Momentos decisivos [World Ablaze]
5- O Dia D [The Noose]
6- O apocalipse {Inferno]
Nenhum robô doméstico fez muito sucesso até hoje, mas em indústrias nas quais existem uma grande quantidade de processos repetitivos eles encontram facilmente o seu lugar.
Veja uma coleção de vídeos com trabalhos realizados por robôs industriais:
Montadora Honda
Organização perfeita
Organização de panquecas
Robô da FANUC com um braço e diversas ferramentas para serem utilizadas em um complicado processo de montagem.
E o desemprego?
Penso, dentro de minha imaginação utópica, que os humanos não devem ter uma vida de atividades repetitivas e exaustivas, e o foco da sociedade deveria ser no que ainda nos diferencia das máquinas - o cérebro.
O que um cientista faz o dia todo em um laboratório?
O vídeo abaixo é uma resumo de oito horas de trabalho do pesquisador Ed Tripp.
O objetivo da pesquisa é medir o nível de fósforo em diversas amostras de Urze e relacionar com as condições do solo do local de coleta.
Estava navegando pela internet e fui atraído pelo som da TV...
Fui ver! Era uma matéria no Fantástico com recortes do documentário ´Terra: O poder de um planeta´.
Pelo que consegui entender a Globo modificou o nome da série e exibirá no próximo domingo algumas partes do episódio sobre os oceanos.
O que me assusta neste caso é a mania do Fantástico de alterar o texto da narração dos documentários. Eles eliminam boa parte das informações e preenchem o vazio com adjetivos pouco úteis. Animais perdem o nome científico e ficam só fofinhos, bonitinhos e engraçadinhos. Placas tectônicas são descritas como ´pedaços de terra´. Eventos astronômicos perdem informações e ficam magníficos, poderosos, espetaculares e... fantásticos.
Não entendo o processo completo de compra do direto de exibição. Suspeito que para exibir as imagens a Globo deva ter comprado o direito da BBC. Por qual motivo não exibem o documentário na INTEGRA?! Sei que isto causaria uma queda na audiência no horário nobre. Mas poderiam aproveitar a compra e exibir sem alterações em outro horário.